Criador da casa mais iluminada do Brasil conta como lida com a fama inesperadaFoto: Arquivo Pessoal/Redes Sociais/ND MaisO criador da casa mais iluminada do Brasil, Martim Grodiski, viu a vida mudar à medida que o projeto natalino no bairro Itoupava Norte, em Blumenau, ganhou repercussão nacional.
Entre fotos, entrevistas e visitas de curiosos, ele celebra o reconhecimento, mas admite: a fama também trouxe desafios à privacidade.
Criador da casa mais iluminada do Brasil conta como lida com a fama inesperada
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asa Iluminada de Blumenau – Paôla Dahlke/NDTVFoto 1 de 8
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Criador da casa mais iluminada do Brasil conta como lida com a fama inesperada – Arquivo Pessoal/ND MaisFoto 2 de 8
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asa Iluminada de Blumenau – Reprodução/Redes Sociais/ND MaisFoto 3 de 8
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asa Iluminada de Blumenau – Paôla Dahlke/NDTVFoto 4 de 8
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Casa Iluminada de Blumenau – Reprodução/Redes Sociais/ND MaisFoto 5 de 8
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Visitantes se encantam com a decoração – Reprodução/Redes Sociais/ND MaisFoto 6 de 8
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Martim Grodiski – Reprodução/Redes Sociais/ND MaisFoto 7 de 8
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Família de Martim reunida – Reprodução/Redes Sociais/ND MaisFoto 8 de 8
A Casa Iluminada de Blumenau, que neste ano acende 910 mil lâmpadas e inaugura a nova temporada no dia 15 de novembro, às 19h30, transformou não apenas a rua onde fica instalada, mas também a rotina do criador, Martim Grodiski.
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Responsável por manter o título de casa mais iluminada do Brasil, ele se tornou figura conhecida por moradores, turistas e pela mídia.
Martim conta que fica feliz com o reconhecimento. “É muito bacana ver as pessoas contentes. Não é questão de orgulho, é alegria pelo trabalho que a gente faz”, afirma. No entanto, a visibilidade também tem um lado menos glamouroso.
Segundo ele, a privacidade praticamente desapareceu.
“No mercado, eu levo duas horas pra conseguir sair, porque todo mundo quer conversar, todo mundo faz pergunta”, relata.
A rotina mudou a ponto de a família evitar lugares públicos. “Hoje, nós pedimos comida em casa. Se vamos a uma lanchonete, não tem privacidade.”
A fama extrapolou Blumenau. Martim recorda de um episódio em que até durante uma viagem foi reconhecido. “Uma vez, dentro do avião, o moço me reconheceu. Achei aquilo muito legal”, conta.
Para manter o espetáculo de luzes todos os anos, o trabalho é intenso. Todas as lâmpadas precisam ser conferidas uma a uma manualmente, um trabalho que já inicia em fevereiro para garantir que a tradição continue encantando moradores e visitantes. E, com o título de Casa mais Iluminada do Brasil, a responsabilidade aumenta.
Mesmo assim, Martim segue motivado.
“A gente faz isso porque gosta. Ver as pessoas felizes é o que compensa tudo”, afirma.


